Razões:

  1. Gravadores de CD e DVD (sejam hardwares de computador, quanto os “de televisão”), quanto mídias (CD-R, CD-RW, DVD-R, DVD-RW, etc) são vendidas legalmente, em lojas e sites mundialmente famosos e confiáveis.
  2. Sempre que se cria uma proteção anti-pirataria, os piratas conseguem destravar. A tecnologia avança muito rápido, e a regressão é quase impossível.
  3. Depois do período de fiscalização nas ruas (pelo menos em Copacabana é assim, os fiscais ficam das 10 às 18h mais ou menos) os camelôs tomam conta de ruas e avenidas.
  4. Pelo fácil acesso a gravadores e mídias (e seu preço cada vez mais acessivel), quem não compra no camelô grava em casa.
  5. Apesar dos avisos da falta de licença de alguns arquivos em programas como o Limewire, Ares, Emule, os arquivos podem ser encontrados e baixados facilmente.
  6. Uma simples busca por “keygen” no Google.com traz 53.100.000 milhões de resultados, por “crack -drug” traz 17.500.000 e “serial” 206.000.000.

Soluções:

  1. Baratear DVDs, CDs e softwares, de modo que a pessoa prefira ter o produto original, na caixa, com nota fiscal, por um preço apenas um pouco maior do que o preço do produto pirata.
  2. Baratear shows, de modo a ganhar mais dinheiro com eles.
  3. No Brasil, difundir mais a venda de músicas avulsas pela internet, facilitando pagamento e tudo mais.
  4. Aceitar que é impossível de se acabar com esse mal e deve-se tentar amenizá-lo.

Esclareço que não sou nem a favor, nem contra, mas que convivemos com isso todo dia, ao assistir um clipe no Youtube protegido por direitos autorais, ou baixar uma música (só uma, prometo… só mais uma e etc…).